Naviraí/MS, sábado 13 de agosto de 2022

Comercialização da safra de milho 2021 em MS ultrapassa 90%

A safra de 2021 foi comercializada com preço médio de R$ 69,32/sc, até julho

Da redação, em

Informativo aponta que 97,80%, da safra de 2021 foi comercializada com preço médio de R$ 69,32/sc, até julho, em Mato Grosso do Sul. A negociação da safra 2021 iniciou em junho de 2020, com comercialização de 10,15%, ao preço de R$ 36,25/sc, e está sendo marcada pela oscilação do valor da saca, que em maio do ano passado custou R$ 88,42, com 38% no acumulado.

Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS) divulgou, a atualização do resumo mensal do preço x comercialização do milho no Estado.

O presidente da Aprosoja/MS, André Dobashi, explica que, “A redução do preço da saca do grão nesta reta final da comercialização da safra 2021 é justificada pelo aumento da oferta, uma vez que o estado está avançando na colheita da segunda safra. Isso faz com que o produtor fique na expectativa do melhor momento para comercialização de sua produção”.

Já as negociações da safra 2022 tiveram início em julho de 2021, com comercialização de 7%, ao preço de R$ 78,37/sc. O mês de julho deste ano, apresentou preço de R$69,32/sc, e queda de trinta pontos percentuais na comercialização, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. O preço médio da comercialização é de R$ 77,22, até o momento.

SOJA

Em relação a atualização da soja, o informativo aponta que até julho, 79,20% da produção estimada da safra 2021/2022 foi comercializada, com preço médio disponível de R$ 168,18/sc.

O mês de março deste ano apresentou a maior porcentagem comercializada, com cerca de 17%, e preço recorde de R$ 189,31/sc.

A comercialização da safra 2022/2023 teve início também em março, e está com 16% no acumulado; com preço médio de R$ 181,36/sc.

As safras 2021/2022 e 2022/2023 apresentam números de comercialização muito próximos, com diferença de apenas 0,70 pontos percentuais. “O preço médio disponível ainda pode ser alterado, visto que 20,8% da safra 2021/2022 e 84% da safra 2022/2023 ainda não foram comercializadas”, conclui André. (Com informações Jornal Correio do Estado)

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Fonte:

Correio do estado

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